Veio avô , veio o pai, veio o filho!
Foi o milhão, foi o mil, foi o tostão
Veio a vó, veio a mãe, veio a filha
Foi a fazenda, foi a moda, foi a grife
Veio o dinheiro, veio o cheque, veio o cartão
Veio dívida, veio a cobrança, veio o Serasa
Veio a vergonha, isolamento e depressão
Foi chácara, foi o carro, por fim a casa.
Veio a pose, veio a arrogância e a hipocresia
Veio a luxúria, veio o prazer e o ego só crescia
Foi quando o basta não bastou para parar
Veio a escola da vida para ensinar
E redimensionar o ser hipócrita: reclicar!
Restou somente o ser pirateado a vagar
(Sartório Wilen)
A vontade incontrolável de versar!! - LEMBRE-SE! - Os direitos autorais são protegidos por LEI 9610/98, violá-los é crime estabelecido no artigo 184 do Código Penal.
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Sonetos e Sonetos
A poesia é o alimento do espírito!!
O leitor é o alimento do ego!!
O autor deve ser devorado pelo leitor!!!!
O leitor é o alimento do ego!!
O autor deve ser devorado pelo leitor!!!!
domingo, 11 de outubro de 2009
Inconsequente mente!!
Meu coração vaga na vaga devagarinho
Ele não tem medo das abas que desabam
Trajadas de marcas que demarcam
Bem o seu vagar nas buscas de carinho
Ele é meu heroi e o eterno cowboy
Já montou em égua, mula e potranca
Se está a fim não importa se a mula manca
Abestalhado se atira como um playboy
Tem um lindo rosário de mulheres
Entre elas um bocado de malqueres
E uma porção significativa de bemqueres
Do meu outro lado sofro toda pressão
A cada rebento de vida pago pensão
No pagamento é data da apoquentação
(Sartório Wilen)
Ele não tem medo das abas que desabam
Trajadas de marcas que demarcam
Bem o seu vagar nas buscas de carinho
Ele é meu heroi e o eterno cowboy
Já montou em égua, mula e potranca
Se está a fim não importa se a mula manca
Abestalhado se atira como um playboy
Tem um lindo rosário de mulheres
Entre elas um bocado de malqueres
E uma porção significativa de bemqueres
Do meu outro lado sofro toda pressão
A cada rebento de vida pago pensão
No pagamento é data da apoquentação
(Sartório Wilen)
Nem lá e nem cá!!
Numa ata, não ata e nem desata!
Numa casa, não casa e nem descasa!
No coração nem cora, nem ação!
Paixão? Nem paixão e nem compaixão
Como ré fugiu em busca de refúgio
Como pressa agiu como reagiu
No ocaso do acaso, sem caso eu caso
Para acabar com este estranho caso
Incomoda-me o coração sem jeito
Não se acomoda numa situação cômoda
Só se atina quando mal está já feito
Não posso viver nestas variações e desvarios!
Desvencilhar-me desta situação incômoda
É meu intento, antes de não ter mais jeito
(Sartório Wilen)
Numa casa, não casa e nem descasa!
No coração nem cora, nem ação!
Paixão? Nem paixão e nem compaixão
Como ré fugiu em busca de refúgio
Como pressa agiu como reagiu
No ocaso do acaso, sem caso eu caso
Para acabar com este estranho caso
Incomoda-me o coração sem jeito
Não se acomoda numa situação cômoda
Só se atina quando mal está já feito
Não posso viver nestas variações e desvarios!
Desvencilhar-me desta situação incômoda
É meu intento, antes de não ter mais jeito
(Sartório Wilen)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Quase!!!
Voando lá no alto ela vem
Numa velocidade estonteante
Vem que eu te quero bem
Do pé de um centroavante
Posto-me no gol: o portal.
Flexiono o joelho, é a partida
Vem o impulso com força total
Num vôo em busca da rebatida
Batos asas e as mãos na frente
Cara a cara eu e ela no repente
É a bala do direto concorrente
O grito preso na garganta
A arquibancada se agiganta
As pontas de dedos a espanta
(Sartório Wilen)
Numa velocidade estonteante
Vem que eu te quero bem
Do pé de um centroavante
Posto-me no gol: o portal.
Flexiono o joelho, é a partida
Vem o impulso com força total
Num vôo em busca da rebatida
Batos asas e as mãos na frente
Cara a cara eu e ela no repente
É a bala do direto concorrente
O grito preso na garganta
A arquibancada se agiganta
As pontas de dedos a espanta
(Sartório Wilen)
Com puta dor!
Em frente ao meu computador
De frente com a minha puta dor
Tento retirar o vício arpão da dor
É um voo sem asas do arpoador
Meus olhos vidrados no monitor
Saudade persiste sem um monitor
Sofro na pele, por ser um tomador,
E que no coração só toma a dor
No teclado sou apenas um teclador
Para, com palavras, só teclar a dor
E com as rimas apenas um separador
Das sílabas poéticas sem separar a dor
Meus olhos é apenas um verificador
De amor, que nem sequer verifica a dor
(Sartório Wilen)
De frente com a minha puta dor
Tento retirar o vício arpão da dor
É um voo sem asas do arpoador
Meus olhos vidrados no monitor
Saudade persiste sem um monitor
Sofro na pele, por ser um tomador,
E que no coração só toma a dor
No teclado sou apenas um teclador
Para, com palavras, só teclar a dor
E com as rimas apenas um separador
Das sílabas poéticas sem separar a dor
Meus olhos é apenas um verificador
De amor, que nem sequer verifica a dor
(Sartório Wilen)
O samba da vida!!
Te cotuco ou não cotuco?
Cotuco aqui ou cotuco lá?
Te cotuco ou não cotuco?
Cotuco aqui ou cotuco lá?
Dizem no batuque: o Surdão,
O Reco-reco, o Tamborim,
A Cuíca, o Cavaco e Violão!
Todos para alegrar a mim
A existência e o adverso,
Nos versos e nas rimas
Soam na mais linda canção
Minha solidão vira verso
Meus problemas viram rimas
Minha história uma canção!
(Sartório Wilen)
Cotuco aqui ou cotuco lá?
Te cotuco ou não cotuco?
Cotuco aqui ou cotuco lá?
Dizem no batuque: o Surdão,
O Reco-reco, o Tamborim,
A Cuíca, o Cavaco e Violão!
Todos para alegrar a mim
A existência e o adverso,
Nos versos e nas rimas
Soam na mais linda canção
Minha solidão vira verso
Meus problemas viram rimas
Minha história uma canção!
(Sartório Wilen)
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Um olhar diferente!
Eu quero escavar dentro de ti,
É lá que está a fonte de inspiração
Achar o veio deixar transbordar
Ou mesmo até jorrar em palavras
Saciar a sede do mundo ignorante,
Que sedento está desse saber!
Do saber esquecido:do óbvio!
Do terreno, do real e do sonhado.
Deixar à mostra as suas amarguras
Deixar à mostra as suas aventuras
Deixar à mostra as suas venturas
Deixar à mostra a sua beleza,
O seu interior, a sua pureza
E gravar páginas com leveza
( Sartório Wilen)
É lá que está a fonte de inspiração
Achar o veio deixar transbordar
Ou mesmo até jorrar em palavras
Saciar a sede do mundo ignorante,
Que sedento está desse saber!
Do saber esquecido:do óbvio!
Do terreno, do real e do sonhado.
Deixar à mostra as suas amarguras
Deixar à mostra as suas aventuras
Deixar à mostra as suas venturas
Deixar à mostra a sua beleza,
O seu interior, a sua pureza
E gravar páginas com leveza
( Sartório Wilen)
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