Penas urbanas
A árvore balança com o vento
A árvore balança com o tempo
A árvore balança com o corte
A árvore balança com a sorte
O homem e a árvore lado a lado
O homem balança no machado,
Na floresta no cerrado de Sul a Norte,
A árvore e ela cai sem sorte
Seu grito de morte apenas
Assusta o grande devastador
Mas desespera o morador
Urbano que paga com penas:
Ar seco, sem a sombra e calor
Já que lei não pune o lenhador.
(Sartório Wilen)
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Sonetos e Sonetos
A poesia é o alimento do espírito!!
O leitor é o alimento do ego!!
O autor deve ser devorado pelo leitor!!!!
O leitor é o alimento do ego!!
O autor deve ser devorado pelo leitor!!!!
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Solenidade
Solenidade
Havia chuva no ar
Uma conspiração!
O tempo um mar
De água no chão!
O poeta e a palavra
A lavra e o poeta
A palavra e a lavra
Lavra a palavra o poeta!
Já boti na frase cabal:
A pelerine na cor jaboticaba
No tom, no contra do sol e dos ais!
Então em 11 o céu de Jaboticabal
Marcou em 9, na Alubra noitada
Em 2015, Novos e velhos imortais!
(Sartório Wilen 11/9/2015)
Havia chuva no ar
Uma conspiração!
O tempo um mar
De água no chão!
O poeta e a palavra
A lavra e o poeta
A palavra e a lavra
Lavra a palavra o poeta!
Já boti na frase cabal:
A pelerine na cor jaboticaba
No tom, no contra do sol e dos ais!
Então em 11 o céu de Jaboticabal
Marcou em 9, na Alubra noitada
Em 2015, Novos e velhos imortais!
(Sartório Wilen 11/9/2015)
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
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