A comunicação humana pelas cores:
Quando com vergonha, vermelho
Quando doente, branco
Quando em solidão, negro
Quando sem graça, amarela o sorriso
Quando sem comer, azul de fome
Quando torcem por um time, roxo
Quando pela cor da pele, marrom
Quando nação, verde e amarelo
À noite, cor de burro quando chove
Quando mente, nem muda a cor
Quando no flagrante, sem cor
Quando trai, cor de sem vergonha
Gostos variam, o que seria do verde?
(Sartório Wilen)
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Sonetos e Sonetos
A poesia é o alimento do espírito!!
O leitor é o alimento do ego!!
O autor deve ser devorado pelo leitor!!!!
O leitor é o alimento do ego!!
O autor deve ser devorado pelo leitor!!!!
sexta-feira, 25 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O tamanho do medo!
Quando olho para o horizonte
(Sartório Wilen)
E vejo as nuvens se juntando
Em blocos para conspiração
Como viúvas nuvens negras
Meu coração se fecha em medo
O pavor se instala em meu ser
As pernas tremem e perco a direção
Só escuto a voz da minha emoção
Uma plantinha bem pequenina
Fraquinha rirá da minha pequenês.
Chuva é água e água é a fonte de vida!
Ela dira: Esse tal de ser humano é só tamanho
Bastou uma nuvem com careta já se borra todo!
Eu diria: Eu na minha pequenês sinto-me grande!(Sartório Wilen)
terça-feira, 20 de março de 2012
Desligamento
Quando eu dormir tudo acabará
Mas a noite demorará para chegar
O sol nem está em zênite ainda...
Vou fechar a porta e a janela
Quando deitado olho para o teto
Ele está lá inteiro e sorrindo
De mãos dadas com o meu passado...
Os carros incomodam o silêncio...
O sol não colabora comigo
Movimenta-se preguiçosamente...
A lua demora com a proteção.
Queria fechar os olhos de vez!
Queria desligar-me outra vez,
Não aguento sofrer tudo de uma vez!
(Sartório Wilen)
Mas a noite demorará para chegar
O sol nem está em zênite ainda...
Vou fechar a porta e a janela
Quando deitado olho para o teto
Ele está lá inteiro e sorrindo
De mãos dadas com o meu passado...
Os carros incomodam o silêncio...
O sol não colabora comigo
Movimenta-se preguiçosamente...
A lua demora com a proteção.
Queria fechar os olhos de vez!
Queria desligar-me outra vez,
Não aguento sofrer tudo de uma vez!
(Sartório Wilen)
Formigas
As formigas humanas em grupos
Discutem como ludibriar o homem
Fazem as regras do jogo e da vida
Cortam papelões em figuras geométricas
Correm os lápis num vai-e-vem
As borrachas copiam o gesto do colega
Dicionários são revirados até ao avesso
Risos e alegrias em parcerias se misturam
Um bando de formigões atento
Olhar obtuso de cabeça pequena
Olhos gordos das grandes experiências
Formiguinhas inexperientes da vida
Formigões cheios de experiências passadas
Porém a vida só se dá para frente
(Sartório Wilen)
Discutem como ludibriar o homem
Fazem as regras do jogo e da vida
Cortam papelões em figuras geométricas
Correm os lápis num vai-e-vem
As borrachas copiam o gesto do colega
Dicionários são revirados até ao avesso
Risos e alegrias em parcerias se misturam
Um bando de formigões atento
Olhar obtuso de cabeça pequena
Olhos gordos das grandes experiências
Formiguinhas inexperientes da vida
Formigões cheios de experiências passadas
Porém a vida só se dá para frente
(Sartório Wilen)
domingo, 30 de outubro de 2011
As coisas mudaram
As coisas grandes embaixo
As coisas pequenas em cima
As jaboticadas se agarram nos caules
As abóboras se arrastam pelo chão
As laranjas se esparramam pelas copas
As melancias se acotovelam pela terra
Como parasitas as uvas se agarram ao alto
Bem como as mandiocas se enterram
O ser humano mudou essa regra natural
A maçã caiu em Newton e mudou o olhar
Metrô por cima e por baixo voa soberano
Carros rodam pelo chão e voam nos autódromos
Aviões mancham o céu azul e se afundam em mares
Tenho muito medo da incapacidade humana...
(Sartório Wilen)
As coisas pequenas em cima
As jaboticadas se agarram nos caules
As abóboras se arrastam pelo chão
As laranjas se esparramam pelas copas
As melancias se acotovelam pela terra
Como parasitas as uvas se agarram ao alto
Bem como as mandiocas se enterram
O ser humano mudou essa regra natural
A maçã caiu em Newton e mudou o olhar
Metrô por cima e por baixo voa soberano
Carros rodam pelo chão e voam nos autódromos
Aviões mancham o céu azul e se afundam em mares
Tenho muito medo da incapacidade humana...
(Sartório Wilen)
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A escolhida!
Quanto da minha vida perdi em visões
No enclausuramento de minhas convicções
Guardava-me sem saber para quem e ninguém
Queria ter o poder escolha do meu alguém
Quantas vezes no quarto chorei...
E muitas vezes o meu pranto abafei...
Várias vezes meu coração pecou e desistiu
Quando escolhi um alguém ele me escapuliu...
Ignorada fui muitas vezes pelos escolhidos!
Sabe o que adiantou nessa espera louca?
Nadica de nada e vezes nada, meus queridos!!!!
Eis que alguém na minha frente apareceu
E subitamente me roubou um beijo da boca
Tirou-me da clausura e me enlouqueceu!
(Sartório Wilen)
No enclausuramento de minhas convicções
Guardava-me sem saber para quem e ninguém
Queria ter o poder escolha do meu alguém
Quantas vezes no quarto chorei...
E muitas vezes o meu pranto abafei...
Várias vezes meu coração pecou e desistiu
Quando escolhi um alguém ele me escapuliu...
Ignorada fui muitas vezes pelos escolhidos!
Sabe o que adiantou nessa espera louca?
Nadica de nada e vezes nada, meus queridos!!!!
Eis que alguém na minha frente apareceu
E subitamente me roubou um beijo da boca
Tirou-me da clausura e me enlouqueceu!
(Sartório Wilen)
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A musa
Um índigo blues, uma bossa nova
Um rock and roll, uma canção!
Não importa se é velha ou nova
A ideia ou se é uma revolução!
O blues sempre indica o caminho
E não se importa com a direção!
Abre alas para qualquer destino
Sob o som da guita nem que em vão!
Vi o grande momento da negra raça
Postado em frente e para essa ilusão!
Miss Shirley King é bárbara na graça,
É barbará na voz, é bárbara em ação,
Bárbara no ritmo e bárbara na condução.
Beleza bárbara inteira igual a da Gusmão!!
(Sartório Wilen)
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