A bebida quanto mais velha melhor
Os mais entendidos do trato dizem
Se entendo de bebida? Eu sou o pior
Como um anjo só bebo e digo amém
As vezes me ponho a beber um trago
A 51 é das boas e com essa ideia eu fico
Um só beijo eu já me sinto no estrago
Corpo e prazer num átimo vai a pico
Já caio e vejo dois corpos e duas almas
Mágica das imagens de 51 em 15 virou
Esvaido e de joelho ainda estupefacto
Para a de 51 e a de 15 é só palmas
Minha cabeça e meu coração pirou
Que sóbrio sinto, ainda, estupefacto!
(Sartório Wilen)
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Sonetos e Sonetos
A poesia é o alimento do espírito!!
O leitor é o alimento do ego!!
O autor deve ser devorado pelo leitor!!!!
O leitor é o alimento do ego!!
O autor deve ser devorado pelo leitor!!!!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Cavaleiro do céu - O resgate
A viagem é longa, entretanto estou preparado
Cavalo alado, contra o tempo a arma é o verso
O meu norte é a montanha, o pico do castelo
retirar, da clausura das emoções adormecidas,
A minha princesa, para deitar ao meu lado
E cantar as boas-vindas, tratamento adverso
Do recebido, num poema simple e singelo
E com alados beijos aliviar horas compadecidas
Deitados num tapete persa de felpos brancos
Ao bel prazer e, com o meu coração aos trancos,
Regar com lágrimas, e revitalizar das cinzas, o amor
Ser seu escravo, seu amado, parceiro e benfeitor
E se perder nas emoções de uma mistura Real:
De beijos de hortelã com chocolate virtual
(Sartório Wilen)
Cavalo alado, contra o tempo a arma é o verso
O meu norte é a montanha, o pico do castelo
retirar, da clausura das emoções adormecidas,
A minha princesa, para deitar ao meu lado
E cantar as boas-vindas, tratamento adverso
Do recebido, num poema simple e singelo
E com alados beijos aliviar horas compadecidas
Deitados num tapete persa de felpos brancos
Ao bel prazer e, com o meu coração aos trancos,
Regar com lágrimas, e revitalizar das cinzas, o amor
Ser seu escravo, seu amado, parceiro e benfeitor
E se perder nas emoções de uma mistura Real:
De beijos de hortelã com chocolate virtual
(Sartório Wilen)
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
A Montanha das minas
Lá vem a neve do topo da montanha
Capaz de acabar com qualquer manha
Pelo volume se faz e se refaz tamanha
E usa e abusa de toda a artes e manhas
A meu lado você de manha. Estranha
Diante dos meus olhos se acanha
Indiferente ao suor que lhe banha
Nesta ação natural de barganha
Pela janela é só, a neve branca, olhar
Se quiser fica ali do lado da lareira
E ver o tempo em branco se mostrar
Eu, um sem eira e nem beira, como queira,
deitado no tapete branco em sonho delirar
Na cabana com ela na noite primeira.
(Sartório Wilen)
Capaz de acabar com qualquer manha
Pelo volume se faz e se refaz tamanha
E usa e abusa de toda a artes e manhas
A meu lado você de manha. Estranha
Diante dos meus olhos se acanha
Indiferente ao suor que lhe banha
Nesta ação natural de barganha
Pela janela é só, a neve branca, olhar
Se quiser fica ali do lado da lareira
E ver o tempo em branco se mostrar
Eu, um sem eira e nem beira, como queira,
deitado no tapete branco em sonho delirar
Na cabana com ela na noite primeira.
(Sartório Wilen)
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Tirinhas
A vaca foi para o brejo
A vaca se atolou
O boi foi para o brejo
E também se atolou
O bezerro foi para o brejo
O bezerro também se atolou
O novilha foi para o brejo
E tambem lá se atolou
Sei que parecem mentiras
As mais puras das verdades
Sempre após a meia-noite
Na insônia eu sinto o açoite
Conto a mim histórias em tiras
Nesta luta contra as adversidades
(Sartório Wilen)
A vaca se atolou
O boi foi para o brejo
E também se atolou
O bezerro foi para o brejo
O bezerro também se atolou
O novilha foi para o brejo
E tambem lá se atolou
Sei que parecem mentiras
As mais puras das verdades
Sempre após a meia-noite
Na insônia eu sinto o açoite
Conto a mim histórias em tiras
Nesta luta contra as adversidades
(Sartório Wilen)
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Quanto vale o seu amor?
- Quanto vale o meu amor?
- Isto é você quem sabe!
- Quanto vale o meu dissabor?
- Só seu coração quem sabe.
- Eu lhe dou o meu amor
e o mundo em uma flor!
Porém colho gastos de luxo
grandes dissabores e repuxo!
Meu coração não suporta
já está para abrir a porta
botar-lhe fora da comporta!!!
- Você chegou no valor do amor!
Para se ter alguem como amor,
tem de passar além da dor!!!
(Sartório Wilen)
- Isto é você quem sabe!
- Quanto vale o meu dissabor?
- Só seu coração quem sabe.
- Eu lhe dou o meu amor
e o mundo em uma flor!
Porém colho gastos de luxo
grandes dissabores e repuxo!
Meu coração não suporta
já está para abrir a porta
botar-lhe fora da comporta!!!
- Você chegou no valor do amor!
Para se ter alguem como amor,
tem de passar além da dor!!!
(Sartório Wilen)
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
otenoS
O céu está sob meus pés
É uma vista interessante
Eu tropeço nas estrelas
Nado nas nuvens negra
E me enxugo nas brancas
E aqueço-me pelas extranhas
O Sol não é mais meu rei
Estou sobre ele como o tal
Mas lua eu pego com a mão
Para dá-la ao meu amor!!
Porém meu amor não quer a lua
Ele quer um Micro-Ondas,
Uma Geladeira, uma Cama,
Um Carro, um C.C. e um AP!!!
(Sartório Wilen)
É uma vista interessante
Eu tropeço nas estrelas
Nado nas nuvens negra
E me enxugo nas brancas
E aqueço-me pelas extranhas
O Sol não é mais meu rei
Estou sobre ele como o tal
Mas lua eu pego com a mão
Para dá-la ao meu amor!!
Porém meu amor não quer a lua
Ele quer um Micro-Ondas,
Uma Geladeira, uma Cama,
Um Carro, um C.C. e um AP!!!
(Sartório Wilen)
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Desavim
Uma manada de corcel em meus pensamentos...
O tropel e os relinchos são ensurdecedores!
As crinas, as ancas, os peitos vão contra os ventos,
Na caminhada não escutam meus temores
No açoite de muitos Cavaleiros invisíveis
Num galope para o improvável é certeiro!
A Mente quer o controle dos dirigíveis!
A minha Emoção se atira como bucaneiro!!
Cavalos de toda cor e raça
Ora predador e ora caça
Não há nada que se faça
Só delira galanteios
A outros corações alheios
Até sossegar com os freios...
(Sartório Wilen)
O tropel e os relinchos são ensurdecedores!
As crinas, as ancas, os peitos vão contra os ventos,
Na caminhada não escutam meus temores
No açoite de muitos Cavaleiros invisíveis
Num galope para o improvável é certeiro!
A Mente quer o controle dos dirigíveis!
A minha Emoção se atira como bucaneiro!!
Cavalos de toda cor e raça
Ora predador e ora caça
Não há nada que se faça
Só delira galanteios
A outros corações alheios
Até sossegar com os freios...
(Sartório Wilen)
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